domingo, 29 de abril de 2012

Um dedo de prosa com Cintia Moscovich


Um dedo de prosa com Cintia Moscovich

Assistam ao depoimento que a esritora Cíntia Moscovich concedeu  ao Blog Estudos Lusófonos durante o IV  Encontro Internacional Conexões Itaú Cultural - Diálogos Galiza-Brasil, realizado em Santiago de Compostela  (Outubro 2011). Nestes vídeos, Cíntia Moscovich fala de sua trajetória de constista, da presença da cultura judaica em sua obra e comenta o belíssimo romance Diário da queda de Michel Laub. 

Para assistir aos videos, cliquem nos links abaixo : 


Nascida em 15 de março de 1958 na cidade de Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul (Brasil), Cíntia Moscovich é escritora, jornalista e mestre em Teoria Literária. Exerceu atividades de professora, tradutora, consultora literária, revisora e assessora de imprensa. Dentre os vários prêmios literários conquistados, destaca-se o primeiro lugar no Concurso de Contos Guimarães Rosa, instituído pelo Departamento de Línguas Ibéricas da Radio France Internationale de Paris.

Em 1996, publicou sua primeira obra individual, O reino das cebolas, que, numa co-edição entre a Prefeitura Municipal de Porto Alegre e a Editora Mercado Aberto, mereceu a indicação ao Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro. Um dos contos que integram a coletânea foi traduzido para o inglês e faz parte de uma antologia que reúne escritores judeus de língua portuguesa. Em 1998, pela L&PM Editores lançou a novela Duas iguais - Manual de amores e equívocos assemelhados, que recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura, na modalidade de Narrativa Longa.. Em outubro de 2000, também pela L&PM Editores, lançou o livro de contos Anotações durante o incêndio. Com apresentação de Moacyr Scliar, a obra reúne onze textos de temáticas diversas, com destaque ao judaísmo e à condição feminina (Prêmio Açorianos de Literatura). Em 2004, publicou a coletânea de contos Arquitetura do arco-íris (Record), livro que lhe valeu o terceiro lugar em contos no prêmio Jabuti, além da indicação para o Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira e para a primeira edição do Prêmio Bravo! Prime de Cultura. Em novembro de 2006, lançou o romance Por que sou gorda, mamãe?, também pela editora Record. Em dezembro de 2007, lançou seu sexto livro individual, o romance infanto-juvenil  Mais ou menos normal, que faz parte da série Cidades visíveis, da Publifolha.

Ex-diretora do Instituto Estadual do Livro, órgão da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, a autora trabalhou como editora de livros do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, além de colaborar para jornais e revistas de todo o país. Em outubro de 2006, participou da Copa da Cultura, na Embaixada Brasileira em Berlim. Em novembro de 2007, representou o Brasil na Bienal do Livro de Santiago do Chile e em 2008, foi uma das convidadas à Flip, Festa Literária Internacional de Paraty. Em 2009, passou a integrar a antologia Os melhores contos brasileiros do século, organizado por Ítalo Moriconi para a editora Objetiva e em 2011, integrou a delegação brasileira no Projeto Rumos, do Itaú Cultural, em Santiago de Compostela, na Espanha.


Um pouco de leitura

O telhado e o violinista[1]

Não há escolha: estamos presos ao livre-arbítrio
I. B. Singer


- Judia suja.

Eu, que nunca havia experimentado a sério ser quem era - porque uma menina de nove anos apenas tem nove anos -, passei, de uma hora a outra, a ser judia e a ser também suja - o ódio na boca de Paula fazia com que as duas palavras se equivalessem. Fiquei ali, parada, paradinha, olhando para a menina, que, subitamente, se tornara dona de uma voz tão impositiva que se assemelhava à verdade. Sem sabermos, ela ou eu, obedeciam-se a velhas tradições - era um conhecimento com que os ruins já nascem. O ódio cintilando a ponto de zunir no miolo dos olhos negros, Paula repetiu a ofensa, arrastando-a escandida:

ju-di-a-su-ja.

Então em mim, pela primeira vez, se abriu uma violenta ferida de sangue, uma hemorragia de raiva e dor grande demais para o espírito de uma menina. E a criança que eu era arranjou ainda ânimo de fazer a pose da insolência, as duas mãos na cintura, e arranjou ainda instinto para retrucar:

- E você é uma bocó. E uma burra.

Pronto, eu, como ela, também obedecia a antigas tradições - pela minha lei de talião, ser bocó e ainda por cima ser burra era pior do que ser suja. E a fúria com que a insultei inaugurava em mim um novo sentido para a verdade, aquela da qual, enfim, eu também podia ser autora. Recolhi a boneca do chão, penteei com a ponta dos dedos a franja muito loura, muito simétrica, e agora desfeita: magoava-me que minha Suzi fosse o inocente motivo de desavença. Dei as costas para Paula e para sua porqueira de casinha em madeira pintada de azul e subi de dois em dois os degraus do prédio. Empurrei com raiva a porta da área de serviço de nosso apartamento, que estava sempre aberta.

Suja era ela. E toda a família dela. E os filhos, netos e bisnetos que ela ia ter.


Desde a morte de meu avô e desde que viera morar conosco, virava e mexia, a pose era a mesma: sentada na beira do sofá, pés paralelos, cotovelo apoiado no joelho, queixo descansando na palma da mão.

Nessas horas, o olhar de minha vó se perdia num alheamento de fulgurações azuis, fixo na imprecisão de quem recolhe lembranças encravadas numa rebarba de tempo. A imobilidade daqueles instantes era sempre cortada por um longo - tão longo - suspiro, arrematado por um oi, veis is mir, a lamentação dos judeus em todo o universo. "Pobre de mim", comiserava-se ela. Que triste era aquilo.

Na sala, encontrei-a na mesma posição, interrompendo-se num lamento que remontava a eras lá bem remotas. Sentei a seu lado no sofá. Fiz beiço para contar:

- Vó, me chamaram de judia suja.

Ela, a quem nunca fez falta o delicado essencial, me olhou espantada.

- Quem?

"Quem?" era pergunta de espectro amplo. Podia também significar, "por quê?". Respondi, ainda dolorida, que Paula, a menina que morava no trezentos e quatro, queria que minha Suzi fosse a empregada no brinquedo de casinha. A vó, que farejava de longe as disposições hierárquicas mal-intencionadas, teceu um impropério em iídiche. Depois falou devagar, para que eu compreendesse:

- Você é a menina mais limpa do planeta. Ela que é uma mischigne. Entendeu?

Paula era, na voz da vó, uma louca - dito no antigo dialeto, o insulto era muito maior. O mundo voltara a se organizar, as terríveis histórias que sempre escutei passaram a fazer todo o sentido. Abraçada à minha Suzi, descansei a cabeça sobre as pernas da vó, aspirando o perfume da florzinha de jasmim - mimo que a dona da casa ao lado lhe alcançava todas as manhãs e que ela, faceira, sempre trazia dentro do sutiã.

Entremeava os dedos de juntas nodosas em meu cabelo, crespo como o seu: fazia e desfazia a mesma trança numa mecha cuidadosamente repartida. Pelos repetidos suspiros, soube que estava angustiada - tanto que começou a reprisar aquela história de cossacos com sabres em seus cavalos. Melhor não ter contado a ela sobre a briga: reavivava na coitada uma dor grande. Não queria que ela sofresse.

E eu também fazia e desfazia uma trança no cabelo da Suzi. Num suspiro que interrompeu minhas ternuras, fui gêmea de minha vó: odiava tanto Paula quanto ela odiava os cossacos.   [...]


Amor, corte y confección[2]

Por casualidad, sólo por casualidad, Helena había olvidado que existían más cosas en el mundo. Los alfileres y agujas puestos en la almohadilla bordó, hilos formando finos garabatos de colores, la cinta métrica enrollada sobre sí misma en un rincón de la mesa, el dedal boca abajo, todo en orden, bastándose en la suficiencia del mundo que se organizó. La tijera, con golpes secos sobre la tela de florcitas, era lo único que se movía. La tijera y la mano que la empuñaba, mano segura y fuerte, de venas salientes y articulaciones gruesas. Se dio cuenta por primera vez aquella tarde, al mirar el movimiento de las tijeras y los dedos que las guiaban. La tela de un estampado delicado temblaba tímidamente ante los golpes de la tijera; lo constató no sin cierta sorpresa y un poco de desconcierto.

En plena toma de conciencia, llamaron a la puerta y fue como si la arrancaran de ese lugar de orden propio y bueno. Había más cosas en el mundo, por lo tanto, tenía que atender. Dejó las tijeras abiertas sobre la mesa; el brillo del metal contrastaba con lo floreado de muchos colores sobre un fondo oscuro, casi negro. Caminó sin prisa, arrastrando las pantuflas de lana, dándose cuenta que las cosas podían desorganizarse de vez en cuando, con el peligro que puede venir de esos desequilibrios leves y eventuales. Abrió la puerta.

La niña tendría seis, siete años, no más . Estaba parada, realmente parada, con los pies en unos zapatitos con hebilla, calcetines blancos y vestido con la pechera de puntilla barata. Venía de la mano de una señora de pelo fantásticamente rubio y boca roja, muy roja, como una muñeca a quien se le exageran las facciones. De las dos - se dio cuenta que era la mujer- emanaba un perfume casi asqueroso. La niña miraba a la dueña de casa con ojos vivaces; esbozaba una sonrisa. Helena sintió un leve vértigo, muy breve, como algo que a penas se insinúa. La mujer pintada de manera escandalosa habló primero: venía por recomendación de una amiga, quería que le hiciera una prenda a la hijastra. La niña bajó la vista, con una timidez repentina. Helena trató de decir alguna cosa, no cocía para niñas, no lo hacía más , pero su voz se había apagado, así que ya no había caso. Se limitó pues a pedirles que entraran, cediéndoles el paso con el cuerpo en un movimiento lento y forzado.

Estuvieron mirando revistas de moda - L'enfant chic, ejemplar muy usado, primero - durante un largo cuarto de hora; el olor dulce y ofensivo del perfume alcanzaba hasta el rincón más remoto de la casa. La mujer ojeaba las revistas con dedos de uñas rojas como la boca, buscando algún modelo, no sabía bien cómo, no sabía bien qué color, era la primera comunión de la sobrina, ¿por qué era tan difícil encontrar algo que le sirviera a una niña? La niña estaba sentada en el sofá al lado de la mujer, sin el más mínimo interés en lo que pasaba; miraba alrededor con los piecitos colgando en el aire. Helena sintió una vieja angustia y tuvo ganas de salir de allí, deseo que se convirtió en realidad. Pidió permiso, ya volvía, ¿desean tomar algo? La mujer agradeció, no, no quería nada; la niña no contestó nada y se limitó a agarrar con los dedos el dobladillo de su vestido y retorcerlo, subiéndoselo hasta las rodillas. Helena fue a la cocina y trajo dos vasos de jugo, sin saber a ciencia cierta a quién estaba destinada la amabilidad. La mujer, que estaba entretenida eligiendo y encontraba todo poco agradable, rechazó nuevamente el ofrecimiento. La niña agarró el vaso con ambas manos con una cautela estudiada. Tomó el jugo a sorbos cortos, lo tomó todo, todito y volvió a poner el vaso en la bandeja, que depositó sobre el mantelito de croché. Se levantó, así, de repente, tomando impulso desde el sofá Dio unos pasos y se quedó allí, al lado de la madrastra, parada, realmente parada, con los brazos para atrás del cuerpo y las manos en la espalda. Helena se puso alerta, en un estado de atención extraordinaria, como en un vértigo que le venía de la nuca o de la espalda, no podía precisarlo. La niña estaba allí, parada de manera provocativa en su belleza de la infancia, radiante, plena, completa, losa de la piel y brillantes en los ojos. La mujer no prestó mayor atención al hecho.

Un cuarto de hora más y una brisa de atardecer movía las cortinas, haciendo flamear el vual blanco. A esa altura, la niña caminaba por la sala, toqueteando los objetos que estaban en los estantes. Helena no tenía más interés en la mujer, se concentró, tensa e inquieta, en los movimientos de la pequeña quien, ahora, en puntas de pie, trataba de alcanzar una muñeca de trapo que se veía en lo alto de los estantes. Anticipándose a la tragedia, la dueña de casa se adelantó y con una agilidad que no tenía desde hacía mucho, buscó el juguete, se estiró y se lo entregó a la interesada, maternal y con cuidado. La pequeña agradeció y se sentó en el sofá, con la muñeca en la falda. Helena se acomodó, tranquila, en el sillón pues algún equilibrio se había restituido.

Finalmente, la señora cerró el Burda con gesto decidido, suspiró metida en una idea silenciosa y, sin mirar otra cosa más que un punto impreciso en la pared, dijo ven aquí a la niña. Obedeciendo la orden, la niña dejó la muñeca con displicencia ; la abandonó en el asiento y se puso frente a la madrastra. La mujer blandió el dedo en el aire formando volutas carmesí, quiero así, decía, diseñando el escote en la pechera de puntilla, redondo ¿usted entiende? Helena afirmó con la cabeza. La otra seguía mostrando el modelo que quería, la niña con los brazos abiertos a los lados del cuerpo, las manos colgando laxas, se dejaba ser utilizada como maniquí, dando una lenta vuelta sobre sí misma, permitiendo que allí se diseñara el vestido de mentirita; y el esmalte rojo se movía ante la vista cansada de Helena, mangas flojas, con un corte que rodee la cintura, rematado por un tope atrás, que le apretara a la altura de los riñones , sacudía a la niña, así, aquí, así, entiende? Entendía, entendía, ya había hecho muchos con ese corte y trató de recomendarle que comprara una tafeta sin mucho cuerpo. En las casas Safira debía haber buenas telas, las mangas de organdí y la cinta de la cintura de satén, le parecía bien? Ahora, a arreglar una cita; traería la tela al día siguiente. Se pusieron de acuerdo. Antes, sin embargo, debía tomar las medidas. Esperen un poco. [….]

Publicações no exterior - Publications à l’étranger

Antologias - Anthologies
Itália
Sex´n´bossa: antologia de narrativas eróticas brasileiras (Mondadori, 2005) - organização de Patrizia di Malta.
Portugal:
Putas: novo conto português e brasileiro (Quasi, 2002) – organização de Marcelino Freire e outros
Estados Unidos:
Jewish Writing in the Contemporary World: Brazil (University of Nebraska Press) – organização de Nelson H. Vieira
Argentina:
Terriblemente felices – nueva narrativa brasileña, (Buenos Aires: Emecé, 2007) – organização de Cristian de Nápoli)
Espanha
O conto brasileiro contemporâneo. (Santiago de Compostela: Laiovento, 2011). Organização de Carmen Villarino Pardo (Espanha) e Luiz Ruffato (Brasil)
Canada :
"Revue Ellipse mag", ns 84-85 (Literatura brasileira em tradução). Fredericton, Canadá: 2011. Organização de Sonia Torres e Eloína Prates (Brasil) e Hugh Hazelton (Canadá). Edição bilíngue, francês. português.

Livros individuais – Livres individuels
Portugal
Duas iguais (Pergaminho, selo Pena da Pavão, 2006).
Arquitectura do arco-íris (Pergaminho, selo Pena da Pavão, 2007)
Espanha
Dos iguales (Madrid: Tusquets, 2008).
Itália
Perché sono grassa, mamá?, (Milão, Cavallo di Ferro, 2009).

Participações em antologias brasileiras – participations dans des anthologies brésiliennes

1. Geração 90: manuscritos de computador (2001, São Paulo: Boitempo Editorial) – organização de Nelson de Oliveira
2. 13 dos melhores contos de amor da literatura brasileira (Rio: Ediouro, 2003) - organização de Rosa Amanda Sztraus
3. O dever da memória: o levante do Gueto de Varsóvia (Porto Alegre: AGE, 2003)- organização de Abrão Slavutzky
4. Ficções Fraternas (Rio: Record, 2004) - organização de Lívia Garcia-Roza
5. 25 mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira (Rio: Record, 2004) - organização de Luiz Ruffato
6. O viajante transcultural - leituras da obra de Moacyr Scliar (Porto Alegre: Edipucrs, 2004) - organização de Regina Zilberman e Zilá Bernd
7. Contos para ler em viagem (Rio: Record, 2005)- organização de Miguel Sanches Neto
8. Contos do novo milênio, organização de Charles Kiefer (Porto Alegre: IEL, 2005)
9. O livro dos sentimentos (Rio: Guarda-Chuva, 2006) – organização de Márcio Vassalo e Maria Isabel Borja.
10. Os 100 menores contos do século (São Paulo: Ateliê Editorial, 2005) - organização de Marcelino Freire
11. Contos de bolso (Porto Alegre: Casa Verde, 2005)- organização de Laís Chaffe
12. 69/2 Contos eróticos (Belo Horizonte: Leitura, 2006) - organização de Ronald Claver
13. Contos de bolsa (Porto Alegre: Casa Verde, 2006)- organização de Laís Chaffe
14. Contos de algibeira (Porto Alegre: Casa Verde, 2007)- organização de Laís Chaffe
15. 35 segredos para chegar a lugar nenhum (Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007) - organização de Ivana Arruda Leite).
16. Guia de leitura: 100 autores que você precisa ler (Porto Alegre: L&PM Editores, 2007) - organização de Léa Masina.
17. Recontando Machado. (Rio: Record, 2008 – organização de Luiz Antonio Aguiar.
18. Decálogo do perfeito contista (Porto Alegre: 2009, L&PM). Organização de Sergio Faraco e Vera Moreira.
19. Granta em Português  (Família). (Rio: Objetiva, 2010). Editora-chefe: Isa Pessoa
20. Primos – Histórias da herança árabe e judaica. (Rio: Record, 2010) – organização de Adriana Armony e Tatiana Salem Levy.
21. Kate Chopin – contos traduzidos e comentados, estudos literários e humanidades médicas. (Porto Alegre: Luminara, 2011)
22. Tapete, trama de sentidos. Porto Alegre: Território das Artes, 2010. Organização de Liana Timm

Alguns Links….quelques liens

Vídeos, entrevistas e website

Website da autora : http://www.cintiamoscovich.com/

Encontros de Interrogação. Entrevista com a escritora e jornalista Cíntia Moscovich para programa Encontros de Interrogação promovido pelo Instituto Itaú Cultural em 2004.

Trecho de entrevista com Cintia Moscovich e José Castello para o Jogo de Idéias, programa de TV do Itaú Cultural (2009)

Cíntia Moscovich lê "De amor e trevas" de Amos Oz. FLIP : 2008.

Cobertura da mesa "Subverter a Geografia Literária?", com Cíntia Moscovich, Claudia Roquette-Pinto, Ferréz e João Filho, com mediação de Mário Hélio Gomes. Gravado dia 9 de setembro de 2011, no Itaú Cultural.

Artigos, dissertações e teses

Artigo de Cíntia Schwantes  « Narrativas de formação contemporânea: uma questão de gênero » In : Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, n° 30 (2007) http://seer.bce.unb.br/index.php/estudos/article/viewArticle/2037

Artigo de Cíntia Schwantes. O autoritarismo em "Duas iguais". Literatura e Autoritarismo, Santa Maria, n. 2, 2002. Disponível em: <http://w3.ufsm.br/grpesqla/revista/num2/ass05/pag01.html>. Acesso em: 24 de Abril de 2012.

Artigo Virgínia Maria Leal « de Deslocar-se para recolocar-se: os amores entre mulheres nas recentes narrativas brasileiras de autoria feminina ». In : Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, n° 32 (2008)

Wanessa Oliveira dos Santos. Memória e palavra em Cínstia Moscovich. Dissertação de Mestrado submetida ao Programa de Pós-Graduação em Letras Vernáculas (Literatura Brasileira), Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro. 2010

Artigo de Wanessa Oliveira dos Santos. « Sofrendo a influência: Cíntia sobrevive a Clarice”

Artigo de Ana Ligia Matos.. « Paisagem portátil » in : Revista e-scrita: Revista do Curso de Letras da UNIABEU, Vol. 1, No 1 (2010)











[1] Trecho do conto «O telhado e o violinista » de Arquitetura do arco-íris. Fonte : website da autora : http://www.cintiamoscovich.com/

[2] Trecho do conto « Amor, corte e costura » de Anotações durante o incêndio. Versión de Inés Van Messen. Fonte/website da autora : http://www.cintiamoscovich.com/

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